"REFÚGIOS"

Meus dias em Cabuyal Parte 3

Meus dias em Cabuyal Parte 3

aqui vai a terceira parte da viagem à Costa Rica. (a primeira parte está aqui e a segunda aqui)
DIA 1º de dezembro…

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epois de alguns dias seguidos de trabalho, aproveitei que era dia de fazer compras na cidade de Libéria e fui também. É o dia em que todo mundo que vai, aproveita pra conhecer a cidade e acessar a internet pra dar um sinal de vida pro mundo.
É uma cidade bem pequena e simples. Por algumas ruas que passei parecia que estava numa cidade do litoral de São Paulo.

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A coisa que mais queria: comer algo diferente e tomar uma cerveja!
Fui numa Marisqueria chamada Copa de Oro. Não esperava muito do lugar, mas me surpreendi com o cardápio com muita variedade de frutos do mar. Provei um Ceviche de Camarão e Peixe. Pedi uma cerveja regional chamada Imperial.

Agora já renovei as energias e podemos voltar pra Cabuyal.

 

 

No caminho, sempre uma bela paisagem pra desfrutar. Aqui fotos da ida e da volta pra casa. E não salvamos só tartarugas marinhas. Tinha uma terrestre caminhando no acostamento. Descemos e colocamos ela de volta no mato.  😀

(Nas fotos tartaruga terrestre, Pato Pichichi (no Brasil, Marreca Cabocla), Louva-Deus, Paisagem típica e vista do final de tarde em Cabuyal)

Meu dia acabou por aí. Estava bem cansada. A última patrulha durou mais que o previsto, já que a tartaruga só terminou a desova às 5 da manhã. Acabei indo dormir às 6 e às 8 da manhã saímos pra Libéria.

DIA 2: Acordamos 4 e meia da manhã para mais uma patrulha. Tinham algumas pegadas na areia, mas suspeitamos que era carangueijos, pois não havia nenhum indício de ovos. Também não havia nenhum ninho novo. Ficamos na praia e, claro, tinha que fazer mais fotos! hihihihi

(Na ordem: Praia pela manhã, Praia pela manhã, Tartaruga ou Carangueijo?, Praia pela manhã, Urubu Cabeça Preta, Pegadas, Praia, Garça e Macaco Aranha)

À tarde fizemos outra exumação. Desta vez, somente com 12 ovos. Nenhuma tartaruguinha formada. Ainda não tinha tido a sorte de fazer uma exumação/escavação com um filhote vivo. Eu sabia que a cada mil ovos somente uma sobrevive, mas não imaginava que isso era tão dífcil assim. Pensava que nasciam e depois tinha dificuldade de sobreviver no mar. É bem mais raro do que pensava.

Clique para continuar na quarta e última parte!  🙂

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